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FOTÓGRAFOS: EQUIPE 8
Componentes:
Maria do Carmo (eu) - Júlia Ribeiro
Tatiane Ferreira - Davi Carneiro
Iana Cunha - Lucca Pessoa
Nesse seminário apresentamos 3 fotógrafos e analisamos 2 imagens de cada um. Foi uma aula virtual e utilizamos a plataforma Zoom para apresentação.
FOTÓGRAFOS E OBRAS:
PIERRE VERGER

Foi um fotógrafo, etnólogo, antropólogo e pesquisador francês.
Ele realizou um trabalho fotográfico baseado no cotidiano e nas culturas populares dos cinco continentes. Também produziu obra escrita de referência sobre as culturas afro-baiana e dispóricas.
FOTOGRAFIAS ESCOLHOLIDAS:
Kamanyala, República Democrática do Congo, 1952 Capoeira, Salvador, Brasil, 1946 - 1947
Essa fotografia pertence ao portfólio FLUXO E REFLUXO, encontrado no site da Fundação Pierre Verger.
Ele faz comparações entre a semelhança da cultura brasileira e a cultura da África ocidental. Pierre era uma apaixonado pelo Brasil, principalmente pela Bahia, assim como foi "adotado pelo povo baiano.
Nessa obra, por usar os tons preto e branco, ele consegue evidenciar a pele negra, mantendo a singularidade de cada povo. Mesmo que as duas imagens pareçam iguais, por trás dos tons existe uma infinidade de diferenças.
Leandro Alem, Buenos Aires, Argentina, 1941 - 1942 Virunga National, République Démocratique Du Congo, 1952

ROSÂNGELA RENNÓ

É uma artista plástica que nasceu em Belo Horizonte, se formou em Arquitetura pela Escola de Arquitetura da UFMG e em Artes Plásticas pela Escola Guignard.
Ela usa fotografias e negativos de diversas pessoas para falar sobre a noção de sujeito, memória e identidade.
FOTOS ESCOLHIDAS:
Rosângela tem as pessoas como seu principal e único objeto, com iluminação direta e frontal, Quando o espectador fica de frente com a fotografia, ele é obrigado a encarar a foto.
Ela se dedicou a analisar fotos diversas, encontradas em arquivos, negativos encontrados, álbuns e jornais para falar sobre nações e identidade, memória e sujeito.

OTTO STEINERT

Foi um fotógrafo alemão autodidata que foi médico no exército durante a Segunda Guerra Mundial. Encarava a fotografia como uma autorreflexão criativa, em que a realidade apresentada perde o seu significado original e se transforma numa forma metafórica.
Explorava as potencialidades criativas e técnicas da fotografia, tal como as longas exposições, as imagens desfocadas, entre várias outras. Tinha uma especial preferência pela fotografia a preto e branco e desenvolveu um estilo fotográfico muito marcado, caracterizado pelo rigor da forma e pelo aumento do contraste.
FOTOGRAFIAS ESCOLHIDAS:
A Dancer’s Mask, 1965 Grand palais, 1955
Otto explorava as noções de limites da fotografia, com imagens metafóricas e sobreposições. O preto e o branco é usado para exaltar o contraste entre cores e imagens sobrepostas.
Os objetos perdem sua forma clara e definida e ganham novas interpretações, análises e perspectivas.
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